Evidências de Deus , uma fé racional
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Qual é o sentido da vida ?

2 participantes

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1Qual é o sentido da vida ? Empty Qual é o sentido da vida ? Ter Jan 12, 2010 3:19 am

Elohim888



O DESESPERO INCESSANTE DA VIDA SEM DEUS

http://www.apologia.com.br/?p=80#more-80

Por Wagner Kaba

Há ateus que se comprazem em afirmar que os teístas são pessoas iludidas pela crença em Deus. Muitos discordarão desta alegação, inclusive o autor deste artigo. Mas este texto não tem como foco analisar a suposta ilusão daqueles que crêem e sim, analisar uma ilusão frequentemente compartilhada por muitos incrédulos: a idéia de que Deus é irrelevante para a questão do sentido da vida. Será que é coerente declarar a morte de Deus e, mesmo assim, afirmar alegremente que a vida possui sentido?


Os cientistas afirmam que o universo está fadado a morrer. Como ele está em expansão desde o Big Bang, tudo que nele existe está se tornando cada vez mais distante. Com o passar do tempo, as estrelas perderão seu calor e irão morrer. Deste modo, o universo se tornará cada vez mais frio, e sua energia irá se esgotar. O espaço ficará repleto de cadáveres estelares que serão tragados por buracos negros. E até mesmo os buracos negros serão consumidos e irão se evaporar. Assim, todas as coisas estão condenadas a desaparecer sob os escombros de um mundo agonizante. Tudo o que foi construído pelo homem desaparecerá sem deixar nenhum vestígio. “Tudo aquilo que já formou você, as montanhas, as estrelas e tudo o mais será uma coisa só: um mar escuro de energia. Um mar cada vez mais frio, inerte. Sem nada nem ninguém para acender a luz.”

Neste cenário, faz alguma diferença fundamental o fato de o universo algum dia ter existido? Quer o universo tenha surgido ou não, no final das contas o resultado é o mesmo: um vazio negro, frio e inerte. Assim, como tudo acaba em nada, não faz diferença nenhuma se algo existiu ou não. Portanto, o universo não tem um sentido fundamental.

Este mesmo raciocínio pode ser aplicado ao ser humano. Se Deus não existe, o homem está condenado a desaparecer como se nunca houvesse existido. Deste modo, no final das contas, não fará diferença nenhuma o fato de algum homem ter surgido sobre a face da terra. A humanidade, portanto, não tem mais importância do que um enxame de mosquitos ou uma vara de porcos, pois seu fim é o mesmo. O mesmo processo cósmico cego e mecânico que a vomitou no início um dia acabará por engoli-la.

No final, todos os esforços humanos terão sido em vão. A contribuição dos cientistas para o avanço da ciência, os esforços dos pacifistas para promover a paz, as pesquisas médicas para descobrir a cura de doenças, o trabalho dos humanitaristas para erradicar a pobreza – no final, tudo o que custou tanto para ser conquistado, muitas vezes à custa de inúmeras vidas, desaparecerá como se nenhum esforço houvesse sido realizado. Desta forma, tudo acaba em nada e, portanto, o homem é nada.

O filósofo William Lane Craig apresenta o quadro em que estamos inseridos:

“Se cada pessoa deixa de existir quando morre, que sentido fundamental pode ser dado à sua vida? Realmente faz diferença se ela existiu? Pode ser dito que sua vida foi importante porque influenciou outros ou afetou o curso da história. Mas isso mostra apenas um significado relativo da sua vida, não um sentido fundamental. Sua vida pode ter importância relativa a certos acontecimentos, mas qual é o sentido fundamental desses acontecimentos? Se todos os acontecimentos não têm sentido, então que sentido fundamental pode haver em influenciá-los? No final das contas, não faz diferença.”
Mesmo assim, muitos ateus insistem em dizer que a vida possui propósito. “A vida não vem com um manual de instruções indicando seu sentido”, dizem eles. “Somos nós que o criamos. E é isto o que faz a vida tão maravilhosa. Podemos escolher o que queremos, que sentido e que rumo queremos dar a ela.”

Inventar um sentido para a vida pode até ajudar uma pessoa a se sentir melhor. Mas esta invenção não passa de um auto-engano para ajudar a suportar a dura realidade da existência, visto que a vida continua sem sentido, em termos objetivos, da mesma forma.

Se Deus não existe, o que é o homem? Ele é apenas um subproduto acidental da natureza que evoluiu recentemente em um ponto de poeira infinitesimal perdido em algum lugar de um universo hostil e sem sentido e que está condenado a perecer individualmente e coletivamente em um espaço relativamente curto de tempo. Nesta ordem de idéias, o homem é um mero produto do acaso e não há nenhum propósito em sua existência. E nenhuma tentativa de se inventar um sentido para sua existência poderá mudar estes fatos. Portanto, inventar um sentido para sua vida não passa de um exercício de auto-engano.

Além de tudo, o universo não adquire sentido apenas porque alguém lhe atribui algum. Suponha que duas pessoas dêem sentidos diferentes ao universo. Quem tem razão? A resposta, é claro, nenhuma das duas. O mundo sem Deus permanece sem sentido em termos objetivos, não importa o que as pessoas pensem. Assim, atribuir um sentido ao universo não passa de um exercício de auto-engano.

Mas por que esta discussão sobre o sentido da vida é tão importante? A resposta é que, para ser feliz, o homem necessita de um sentido para sua vida. Por quê? Porque o homem se alimenta de auto-estima. Uma auto-estima baixa pode levar facilmente à depressão e ao suicídio. E dificilmente alguém pode manter sua auto-estima em níveis elevados se passar a refletir sobre a falta de sentido da existência.

Assim, se Deus não existe, a vida não tem sentido. E se a vida não tem sentido, o homem que reflete sobre esta verdade terá uma dificuldade séria para ser feliz. Portanto, a existência de um Deus amoroso é uma peça importante para a construção da felicidade.

A única solução que um ateu pode oferecer diante do absurdo da vida sem Deus é enfrentar este absurdo e procurar viver com coragem. O filósofo ateu Bertrand Russell, por exemplo, sugeriu que devemos construir nossas vidas “sob o firme fundamento do desespero incessante”:

“Que o homem é o produto de causas que não possuíam conhecimento do fim que estavam alcançando; que sua origem, seu crescimento, suas esperanças e crenças, seus amores e temores, não passam do resultado de colisões acidentais de átomos; que nenhum fogo, nenhum heroísmo e nenhuma intensidade de pensamentos e emoções podem preservar uma vida além do túmulo; que todo labor de todas as eras, todas as devoções, toda inspiração, todo brilhantismo do gênio humano estão fadados à destruição na grande morte do sistema solar e que todo o templo das conquistas humanas deve ser inevitavelmente soterrado debaixo dos escombros de um universo em ruínas – todas estas coisas, se não estão além das controvérsias, são quase tão certas que nenhuma filosofia que as rejeite pode ter esperanças de se sustentar. Somente sobre a base destas verdades, somente sobre o firme fundamento do desespero incessante, pode-se construir seguramente, de agora em diante, a habitação da alma.”
Na hipótese de que o ateísmo seja verdadeiro, estamos diante deste quadro terrível sobre a condição humana. Mas se o Cristianismo é a verdade, então existe um poder de amor por trás do universo. Um poder pessoal de amor tão grande que todos os homens e mulheres, velhos e crianças são especiais para ele. Ele ama tanto o ser humano que há um significado em cada vida. Ele realmente sabe sobre a queda de todos os pardais e, até mesmo, os cabelos de cada pessoa estão contados.

Por derradeiro, este texto não realizou nenhum esforço para demonstrar a existência de um Criador Divino. Também não houve nenhuma tentativa para se refutar a idéia de que a crença no sobrenatural é uma ilusão. Para se atingir estes objetivos seria necessário um espaço muito maior. Por esses motivos, o propósito deste artigo foi simplesmente o de enunciar as alternativas de forma clara. Se Deus não existe, a vida é um absurdo e o homem deve construir sua existência sobre o “firme fundamento do desespero incessante”, conforme palavras do filósofo ateu Bertrand Russell. Se o Deus cristão existe, todas as pessoas são especiais para ele e possuem valor e significado.

É possível demonstrar racionalmente que o cristianismo é uma cosmovisão mais plausível do que o ateísmo. No entanto, mesmo se as evidências para o ateísmo e para o cristianismo fossem equivalentes, uma pessoa racional deveria escolher o último. Todo ser humano deve buscar a verdade e evitar o erro. Mas, se as evidências que suportam as duas cosmovisões são ambíguas, não parece sensato preferir o desespero e a ausência de sentido do que uma vida com propósitos.

2Qual é o sentido da vida ? Empty Significado e propósito da vida ? Ter Jan 19, 2021 4:05 am

Otangelo



Significado e propósito da vida?

https://reasonandscience.catsboard.com/t1903-meaning-of-life

Você tem um amoroso Pai celestial que o criou para ser parte de Sua família ... Nosso propósito é simples e elegante: Amar a Deus, amar os outros e ser amado por Ele.

Quando um ateu rejeita Deus e Sua autoridade, o propósito real e o significado da vida são reduzidos a nada, já que toda a sua visão de mundo depende da geração acidental de nosso universo, estrelas, planetas e vida - tudo é acidental, aleatório e a vida é meramente química As reações, assim como seus pensamentos e emoções são simplificados para o mesmo processo de efervescência química sem sentido em seu crânio. Para eles, felicidade, amor, raiva, et al. são resultados sem sentido e inúteis de reações químicas aleatórias. Nada tem propósito ou significado para eles se eles se mantiverem fiéis à sua visão de mundo que sugere que a existência de Deus é um conto de fadas e uma mentira.
A cosmovisão do ateu leva à falta de propósito e à falta de significado real.

Sabemos de maneira intuitiva que nossas vidas têm um propósito. Este nosso mundo tem algum propósito;
Não podemos pressupor que esse propósito foi criado por nós mesmos. Se nos concentrarmos em nós mesmos, não o encontraremos. Deve vir de algum outro lugar acima de nós.
Deve haver alguém que nos criou para um propósito e pode nos revelar o propósito de nossa existência. Essa mente é Deus.

focar em nós mesmos nunca revelará o propósito de nossa vida. A Bíblia diz: "É Deus quem dirige a vida das suas criaturas; a vida de todos está em seu poder" (Jó 12:10 TEV). Ao contrário do que muitos livros, filmes e seminários populares nos dizem, não descobriremos o significado da vida olhando para dentro de nós mesmos. Nós não criamos a nós mesmos, então não há como sabermos para que fomos criados! Se eu lhe entregasse uma invenção que você nunca tinha visto antes, você não saberia seu propósito, e a própria invenção também não seria capaz de dizer a você. Somente o criador - ou o manual do proprietário - poderia revelar seu propósito. Bertrand Russell, o famoso ateu inglês disse certa vez: "A menos que você presuma um Deus, a questão do propósito da vida não tem sentido." Ele estava correto; se Deus não existe, então nossas vidas realmente não importam. Somos apenas acidentes aleatórios da natureza, e nem nossos nascimentos, nossas vidas ou nossas mortes têm qualquer significado ou valor. Deus, por outro lado, nos diz que não somos acidentes e que nossas vidas têm significado - porque Deus teve suas razões para nos criar. A Bíblia diz: “Para tudo, absolutamente tudo, acima e abaixo, visível e invisível ... tudo começou nele e encontra seu propósito nele” (Colossenses 1:16 MSG).

A Bíblia diz,

É em Cristo que descobrimos quem somos e para que vivemos. Muito antes de ouvirmos falar de Cristo pela primeira vez e aumentarmos nossas esperanças, ele estava de olho em nós, tinha planos para uma vida gloriosa, parte do propósito geral que ele está realizando em tudo e em todos.
  (Ef. 1:11 MSG)

Este versículo nos dá três percepções sobre nosso propósito que podemos compartilhar com nosso povo: Você descobre sua identidade e propósito por meio de um relacionamento com Jesus Cristo. Deus estava pensando em você muito antes de você pensar nele. Seu propósito para sua vida é anterior à sua concepção. Ele planejou antes de você existir, sem sua contribuição! Você pode escolher sua carreira, seu cônjuge, seus hobbies e muitas outras partes de sua vida, mas não pode escolher seu propósito. O propósito da sua vida se encaixa em um propósito cósmico muito maior que Deus designou para a eternidade.

Para entender o propósito da sua vida, você deve começar com o seu criador. Você existe apenas porque Deus deseja que você exista. Você foi feito por Deus e para Deus - e até que você entenda isso, a vida nunca fará sentido. É somente em Deus que descobrimos nossa origem, nossa identidade, nosso significado, nosso propósito, nosso significado e nosso destino. Qualquer outro caminho leva a um beco sem saída. Deus não nos deixou no escuro para imaginar e adivinhar. Ele revelou claramente seus cinco propósitos para nossas vidas por meio da Bíblia - adorar, ter comunhão, crescer em Cristo, servir aos outros e compartilhar Cristo com os outros.

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